quinta-feira, 11 de junho de 2015

Missão Continente: A nova marca de Responsabilidade Social Portuguesa

No dia 2 de Junho de 2015 o Continente apresentou a sua nova marca. Uma marca que pretende reunir todas as suas iniciativas de responsabilidade social e desenvolvimento sustentável.
 Em comunicado, a empresa explicou que “A Missão Continente é o culminar dos últimos 30 anos da marca, após a compreensão de que o contributo do Continente para o país e para as comunidades deveria ir para além da relação comercial com consumidores, fornecedores e parceiros”.
Ainda sobre esta nova marca pode ser lido que a Missão Continente “divide as suas actividades em três eixos estratégicos: consciente, comunidade e sorriso. Através da Missão Continente Consciente, o Continente assume um compromisso para a construção de um futuro sustentável e pretende contribuir para a adopção de comportamentos mais conscientes do ponto de vista social, económico e ambiental, trabalhando territórios tão diversos como a alimentação saudável, a produção nacional, o consumo consciente e a sustentabilidade ambiental.”

Ao ler esta notícia, lembrei-me de uma outra que fazia referência a uma carta escrita por um trabalhador desta empresa. Nessa carta o trabalhador queixava-se do salário, da precariedade, do trabalho não remunerado fora do horário de trabalho, entre outras coisas. Não sei se esta carta é verdadeira ou não mas caso seja leva-nos a pensar no que aprendemos sobre responsabilidade social e sobre a política que as empresas adoptam para serem mais sustentáveis e responsáveis. Para que uma empresa seja socialmente responsável, para além de ser ética nos seus negócios, deve também preocupar-se com questões como: a saúde dos seus funcionários, não deve discriminar os seus funcionários, deve respeitar o horário dos mesmos. Ou seja, deve manter um sistema de gestão coerente.

Em suma, a responsabilidade social empresarial consta na integração de preocupações sociais ou ambientais, quer na gestão das organizações, quer na sua interacção com a totalidade dos clientes, recursos humanos, autoridades locais, fornecedores, investidores e o público em geral.

Termino este comentário com o vídeo de apresentação da nova marca:


quarta-feira, 10 de junho de 2015

Um limão, uma ajuda!

Diz-se que é de pequenino que se torce o pepino, e é mesmo nesta altura que devemos ensinar os mais pequeninos a agirem de forma responsável e sustentável.
No dia em que se festeja o dia de Portugal, estive presente no arraial do colégio de São José em Sintra. Ao entrar no colégio deparei-me com vários alunos a trabalhar nas diversas bancas que estavam no evento. Tinham de tudo, rifas, bolos, sumos e fruta fresca e todo o dinheiro era destinado a causas sociais.
A banca que me chamou mais a atenção foi a banca dos limões onde podíamos ler “Um limão, uma ajuda! Para abrir um furo de água em Moçambique.”
Como pode ser lido no site “um pequeno gesto, uma grande ajuda” em Moçambique “57% da população não tem acesso à água potável. Nas zonas rurais a percentagem aumenta para 70%” e a construção de furos de água “permite reduzir a distância até 2h entre as comunidades e o acesso à água potável, bem como o tempo de espera”.
Esta é uma questão de extrema importância porque devido às águas não serem tratadas, milhares de crianças morrem no mundo por causa de problemas como diarreia e cólera.
Assim, neste arraial os jovens e os seus familiares passaram uma tarde diferente e divertida e ainda ajudaram quem mais precisa.

Eu gostei imenso e ainda trouxe uns brindes que saíram nas rifas.



terça-feira, 9 de junho de 2015

Visão clássica da responsabilidade social

Nos dias de hoje, é normal verificar que as empresas têm políticas de responsabilidade social e estão cada vez mais conscientes do impacto que têm na sociedade. Mas de acordo com a visão clássica da responsabilidade social, as empresas não tinham de levar a cabo qualquer tipo de política de responsabilidade social. As empresas deviam assim, procurar gerar o maior lucro possível.  
Como radical defensor desta perspetiva destaca-se o detentor do Prémio Nobel, Milton Friedman num artigo publicado em 1970, para o New York Times Magazine:

“Existe uma e apenas uma responsabilidade social das empresas – usar os seus recursos e aplicá-los em atividades projetadas para aumentar os seus lucos desde que elas se confinem às regras do jogo, que são envolver-se em competição livre e aberta, sem logro ou fraude”.

Felizmente, hoje são poucas as empresas que partilham desta opinião e tendem cada vez mais a desenvolver actividades no sentido de promover o bem-estar da sociedade e do meio ambiente.


segunda-feira, 1 de junho de 2015

Instituto Ethos - Aula sobre Responsabilidade Social

Hoje partilho convosco um vídeo sobre responsabilidade social. Neste vídeo, o Dr. Jorge Abrahão, director -presidente do Instituto Ethos, dá uma aula sobre o que é o Instituto Ethos e a Responsabilidade Social.

“O Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social é uma Oscip cuja missão é mobilizar, sensibilizar e ajudar as empresas a gerir seus negócios de forma socialmente responsável, tornando-as parceiras na construção de uma sociedade justa e sustentável”.




terça-feira, 12 de maio de 2015

Delta Cafés

A reputação é um conceito cada vez mais importante na gestão e planeamento das marcas, pois já deu provas que influencia os resultados das mesmas. Para Fombrun (1996) a “reputação corporativa é uma representação perceptual das acções passadas de uma empresa e das suas futuras perspectivas, que descrevem o apelo global da empresa para todos os seus principais públicos, quando comparados com a concorrência”.
Ao pesquisar noticias sobre Reputação, deparei-me com uma entrevista realizada a Rui Nabeiro, o principal rosto da Delta cafés. Gostaria de partilhar convosco a entrevista mas como não é possível, deixo aqui um excerto da mesma. Caso tenham interesse em ver a entrevista na integra basta aceder ao link que se encontra neste post.


“Sabendo que o sucesso depende da relação com as comunidades onde se insere, a delta tem vindo a investir em práticas ambientalmente sustentáveis, no voluntariado empresarial, em patrocínios e novas infra-estruturas. Uma atitude socialmente responsável que juntamente com atributos como a qualidade e imagem levaram a delta a ser novamente considerada a marca de confiança na categoria de cafés, no estudo das selecções Readers Digest”.



quarta-feira, 6 de maio de 2015

Fidelidade Seguros

"A Fidelidade foi considerada a seguradora com melhor reputação no mercado português pelo Reputation Institute. Para a realização deste estudo a consultora de reputação corporativa teve em consideração os produtos e serviços, a inovação, o ambiente de trabalho, o governo de sociedade, a responsabilidade social, a liderança e, por último, os resultados financeiros".
A reputação de uma empresa é construída de acordo com um conjunto de imagens que são desenvolvidas ao longo do ciclo da vida de uma organização. Assim, uma organização ao passar uma boa imagem, aumenta a sua credibilidade e torna o cliente/consumidor mais confiante.
Em suma, a reputação passa pelo crédito que o público dá a uma determinada empresa, o qual provêm de ações passadas que a empresa teve, que por sua vez vão influenciar as nossas ações futuras. (Fombrun, 1996).
Pode ler a notícia na íntegra no site de Imagens de Marca:




terça-feira, 5 de maio de 2015

Objetivos do desenvolvimento do Milénio

No dia 30 de Abril no âmbito da cadeira de Reputação e Responsabilidade Social foi realizada uma apresentação sobre os objectivos do Milénio.
Estes objetivos foram desenvolvidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2000 e teve o apoio de 191 nações.
A Organização das Nações Unidas é uma organização institucional fundada em 1945. Atualmente, a ONU é composta por 193 Estados Membros e o seu objectivo é “unir todas as nações do mundo em prol da paz e do desenvolvimento, com base nos princípios de justiça, dignidade humana e bem-estar de todos. Dá aos países a oportunidade de tomar em consideração a interdependência mundial e os interesses nacionais na busca de soluções para os problemas internacionais.”
O ano 2000 foi um ano muito importante pois os Chefes de Estado e de Governo, reunidos a nível da Cimeira, aprovaram a declaração do Milénio.
Os Objetivos representam uma parceria entre os países desenvolvidos e os países em desenvolvimento, tendo em vista criar um clima, tanto a nível nacional como mundial, que conduza ao desenvolvimento e à eliminação da pobreza.

Assim, os objetivos de Desenvolvimento do Milénio são:
·        Erradicar a fome e a pobreza extrema;
·        Alcançar o ensino primário universal;
·        Promover a igualdade entre os sexos e o empoderamento das mulheres;
·        Reduzir a mortalidade infantil;
·        Melhorar a saúde materna;
·        Combater o VIH/Sida, Malária e outras doenças;
·        Sustentabilidade ambiental;
·        Parceria Mundial.

Termino esta publicação com um vídeo realizado pela ONU onde são visualizados os objetivos do desenvolvimento do Milénio para 2015.